sábado, 1 de fevereiro de 2020

Dólar supera R$ 4,28 e renova máxima histórica – mas analistas ainda não veem intervenção do BC

Notas de dólar

SÃO PAULO – Por mais um dia, o dólar renovou máxima histórica, superando os R$ 4,28 nesta sexta-feira (31), repercutindo o mais novo fator de aversão ao risco do mercado: o coronavírus. Os possíveis impactos na economia global para a doença, que foi classificada como emergência global na quinta pela Organização Mundial da Saúde (OMS), seguem assustando o mercado, que busca por ativos menos arriscados e sai dos emergentes.

Este foi um dos motivos para a forte valorização de 6,8% da moeda americana frente o real no ano. Tal desempenho aumentou as especulações sobre se o Banco Central atuaria mais fortemente para conter a moeda, a exemplo do final de novembro de 2019. Na ocasião, o BC fez leilão de dólar em duas ocasiões apenas no dia 26, com a justificativa de que o real estava disfuncional e descolado de outras moedas. As intervenções se seguiram e, no dia 28, houve leilão à vista de US$ 1 bilhão, que ajudou a impulsionar a cotação do real em mais de 1% nas negociações intradiárias.

No momento, contudo, não espera-se que o Banco Central atue de forma contundente no mercado de câmbio, conforme análise da equipe de estratégia do Morgan Stanley, destacando os sinais de que a autoridade monetária está confortável com o dólar nos níveis atuais.

Entre um dos motivos para a não-intervenção no momento, estão as “proxies” de estresse para o mercado brasileiro, que seguem a níveis baixos, uma vez que o País possui altas reservas e o CDS (uma espécie de seguro-calote) de 10 anos está por volta dos 170 pontos, a níveis baixos em relação à média histórica. O CDS funciona como uma das principais medições de riscos entre as economias. Quanto mais alto é o CDS, portanto, mais arriscado o país é considerado pelos investidores.

Além disso, as expectativas de inflação continuam em declínio: para 2020, a projeção para o IPCA – segundo a última pesquisa Focus – é de alta de 3,47%, ante uma meta de 4% para esse ano. “Com base nos comentários recentes de integrantes do BC, avaliamos que eles estão bem confortáveis com os níveis atuais do dólar, principalmente com a visão de que o pass-through (transmissão do câmbio para os preços) não preocupa e os níveis das reservas estão no patamar considerado ideal”, afirmam.

Nesta semana, em evento promovido pelo Credit Suisse em São Paulo, Roberto Campos Neto, presidente do BC, afirmou que a autoridade monetária avalia constantemente se a alta do dólar influencia as demais variáveis de risco, seja retardando as decisões de investimento ou contaminando as perspectivas de inflação – e nenhum dos casos ocorreu com a alta recente da moeda.

Campos Neto destacou que a alta do dólar não tem relação com o risco Brasil ou outros indicadores da economia – e sim como efeito da curva de juros, ou seja, de projeções dos agentes de mercado para o comportamento dos juros no futuro. Ele apontou que a pressão do dólar nos últimos meses ocorreu pela demanda de empresas brasileiras que aproveitaram a baixa dos juros no Brasil para pré-pagar dívidas em moeda estrangeira.

Em novembro, os bancos estavam justamente lutando com a ausência de dólares no mercado devido a pagamentos de dívida, que estavam sendo trocados pela moeda local. Atualmente, contudo, esse movimento não é mais tão forte.

Os estrategistas do Morgan apontam ainda que, ao contrário de novembro, quando o mercado tinha um importante posicionamento vendido em real, os indicadores atuais não mostram esse posicionamento, que sugeriria uma participação maior de especuladores no comportamento da moeda brasileira.

Nesse sentido, o banco americano avalia que o dólar provavelmente testará novas máximas, com a probabilidade de intervenção só aumentando se a volatilidade do câmbio registrar níveis parecidos com o de novembro de 2019. Neste sentido, com o BC mantendo a sua retórica “dovish” (branda) e com a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) corte mais uma vez os juros na reunião da próxima semana, para 4,25% ao ano, os estrategistas não avaliam que o real deva registrar um movimento de recuperação em breve.

Contudo, para Brendan McKenna, estrategista de moeda da Wells Fargo & Co., em Nova York, o BC irá intervir em algum momento, mas podem esperar mais um pouco antes de atuar no mercado, destacou ele para a Bloomberg.

Alejandro Cuadrado, estrategista do Banco Bilbao, também apontou à Bloomberg que provavelmente a autoridade monetária não defenderá um nível para o dólar, justamente por conta do cenário macroeconômico atual. “Eles não virão com uma grande intervenção para inverter isso, porque o ajuste é global ”, afirmou.

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Airbnb continua a oferecer aluguéis de temporada em Wuhan

(Bloomberg) — O Airbnb solicitou aos anfitriões em partes da China afetadas pelo coronavírus que ajudassem hóspedes com possíveis mudanças nas reservas, mas sem alertar clientes sobre a doença.

Centenas de imóveis permanecem disponíveis por meio da plataforma de reservas na cidade de Wuhan, na província central de Hubei, onde o vírus que matou mais de 200 pessoas deve ter se originado.

Em uma mensagem, o Airbnb aconselhou anfitriões da região a prestarem muita atenção à evolução da epidemia e serem prestativos se o itinerário ou planos de um hóspede mudassem repentinamente.

“O Airbnb lançou uma política especial de cancelamento para reservas de acomodação em Wuhan”, disse a mensagem em chinês, acrescentando que os anfitriões permaneçam em contato com os clientes. Por fim, o Airbnb deixou a cargo de cada anfitrião a decisão de aceitar ou não reservas.

“Ativamos nossa política de circunstâncias extenuantes para oferecer aos anfitriões e hóspedes afetados a opção de cancelamento de reservas sem cobranças”, disse um porta-voz da Airbnb em comunicado. “Estaremos continuamente avaliando e atualizando esta política.”

Como outras empresas de serviços on-line, o Airbnb tenta lidar com a crise criada por um patógeno cuja propagação não dá sinais de recuo.

A Organização Mundial da Saúde declarou o surto do coronavírus emergência de saúde pública global, um passo que permitirá às autoridades de saúde pública ajudarem países com sistemas de saúde com menos infraestrutura a impedirem a propagação do vírus.

Centenas de propriedades em Wuhan estavam disponíveis no Airbnb já na noite de 30 de janeiro, com descontos de até 15% oferecidos como promoção do Ano Novo Lunar.

Um repórter da Bloomberg News conseguiu concluir com êxito uma reserva, com pagamento efetuado com cartão de crédito do Reino Unido, sem ser avisado no aplicativo do Airbnb ou em e-mails de confirmação sobre os alertas de saúde e viagem.

Em uma mensagem, o anfitrião disse que continuava a aceitar reservas para ajudar pessoas que não podiam retornar à cidade natal a encontrarem um lugar para ficar.

O processo é semelhante para hotéis e suas parcerias com sites como Booking.com. Uma busca de acomodação em Wuhan no Booking.com usando um computador com sede no Reino Unido produz uma ampla gama de opções de hotéis. No entanto, havia confusão sobre se os hotéis estavam funcionando.

O Booking.com mostra o Hilton Wuhan Riverside como esgotado para a noite de 31 de janeiro. No site do hotel, são fornecidos mais detalhes: “Como medida de precaução, de acordo com os esforços de prevenção na China e com os requisitos do governo local, o Hilton Wuhan Riverside interromperá temporariamente as reservas a partir de agora até 15 de fevereiro de 2020.”

Uma mensagem idêntica é mostrada a clientes que tentam reservar em outro hotel da rede Hilton em Wuhan, o Hilton Wuhan Optics Valley.

No entanto, na quinta-feira à tarde em Londres, o site do Booking.com dizia que o Hilton Wuhan Riverside havia sido reservado duas vezes nas seis horas anteriores. Não havia alerta de saúde visível para potenciais hóspedes.

Uma porta-voz do Hilton WorldWide Holdings disse: “Não controlamos sites de terceiros ou como eles exibem suas ofertas”, mas acrescentou que alertas e conselhos de saúde são exibidos nos sites do próprio Hilton.

O Booking.com não respondeu a um pedido de comentário.

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Como um mineiro foi de US$ 300 a US$ 1 bilhão nos EUA

A saga do mineiro Carlos Vaz é bem parecida com a de milhares de brasileiros que sonham em fazer fortuna nos Estados Unidos. A diferença é que ele realmente conseguiu.

Saiu do Brasil com US$ 300 no bolso para fazer um estágio não remunerado em Boston, trabalhou dia e noite para sobreviver e, quase 20 anos depois, virou um importante empresário no Texas.

Em setembro do ano passado, foi considerado um dos 18 executivos mais admirados pelo Dallas Business Journal e sua empresa, a Conti Real Estate Investments, já soma mais de US$ 1 bilhão de ativos negociados em 11 anos de operação.

No total, a empresa tem 31 propriedades, sendo 15 adquiridas por meio de fundos de investimentos – regulados pela Securities Exchange Commission (SEC, a CVM americana).

O negócio consiste, basicamente, em captar recursos com os mais diversos investidores para comprar imóveis destinados ao aluguel para classes mais baixas nos Estados Unidos.

Em tempos de juros negativos no mundo, o investimento pode render entre 7% e 11,5% ao ano, em dólar – números que têm atraído brasileiros de olho na diversificação do capital.

Em 2016, a participação dos investidores nacionais nas captações da empresa de Vaz era de apenas 10%; em 2019, alcançou 30%.

O interesse dos brasileiros começou em um curso que o empresário fez na Universidade Harvard, em 2016. “Mostrei o modelo de negócios e eles se interessaram; pediram que viesse ao Brasil para apresentar o investimentos para algumas famílias”, conta Vaz, que nasceu em Itajubá, no sul de Minas Gerais.

O brasileiro Ricardo Anhesini é um dos investidores que a Conti arregimentou no País. “Queria colocar meu dinheiro num investimento com renda pulverizada e com risco baixo. Estou bastante satisfeito com o retorno que tenho conseguido.”

Para chegar nesse estágio, no entanto, a empresa exigiu muito planejamento de Vaz. Desde jovem, uma de suas principais características era organizar os próximos passos de sua vida.

Quando quis aprender alemão e não existia esse curso em Minas, juntou alguns amigos, criou uma turma e ganhou uma bolsa de estudos na escola de idiomas.

Nos Estados Unidos, não foi diferente. Desde que chegou, em 2001, após abandonar o curso de Direito na Universidade Federal de Viçosa, sua meta foi ganhar dinheiro e fazer cursos em faculdades renomadas que lhe dessem conhecimento e uma rede de contatos.

Oitavo filho de um total de nove irmãos, o empresário nunca se enquadrou nos planos traçados pelo pai, que tinha aversão à escola.

Para o patriarca, os filhos tinham de trabalhar desde cedo para mostrar seu valor – cultura comum naqueles tempos no interior de Minas.

Nesse ambiente, aos sete anos de idade, Vaz começou a ajudar o pai no açougue da família, mas continuou na escola. A tradição era estudar só até a 4ª série para aprender a ler, escrever e fazer algumas contas.

Mas ele quebrou essa rotina na família. Estudioso, em pouco tempo, Vaz conquistou uma bolsa numa escola privada e começou a vislumbrar a possibilidade de fazer uma faculdade.

Nessa época, o empresário começou a se interessar por línguas, de olho num curso de relações internacionais. Aprendeu sozinho inglês e, depois, alemão. Mas acabou entrando no curso de Direito, em Viçosa.

Nessa época, começou a buscar escritórios fora do País para estagiar. Primeiro mandou correspondência para várias empresas na Alemanha, sem sucesso. Depois tentou algumas bancas nos Estados Unidos. Teve resposta de um escritório em Boston, mas sem remuneração.

Sonho americano

Apesar de alguns conselhos contrários, seguiu a intuição e embarcou no sonho americano. O dinheiro que tinha só deu para alugar o sótão de uma casa – quente no inverno e também no verão. Já na primeira semana tinha em mente que precisava arrumar emprego para se bancar no país, uma vez que o estágio não pagaria nenhum centavo.

Trabalhava das 8h às 13h no escritório e de noite trabalhava num jornal da região. Arrumou ainda uma vaga em um restaurante para trabalhar nos fins de semana.

Quase todo o dinheiro ia para fazer cursos. Estudou economia e administração de empresas, até entrar no ramo de construção civil. Aí buscou se especializar e arrumou um emprego na área.

Todo dinheiro que sobrava, comprava uma ferramenta nova. Montou uma empresa de pequenos serviços de construção e depois um negócio de compra e venda de imóveis. Em dois anos, comprou e vendeu 32 imóveis. “Mas muita gente começou a fazer a mesma coisa e os bancos começaram a dificultar o crédito. Decidi então sair dessa área e montar outro negócio, ainda sem saber muito bem o que fazer.”

Aposta

Mas Vaz deu uma reviravolta na sua vida. Mudou de Boston para Dallas e montou a Conti, em 2008. “Não tinha muito dinheiro, mas tinha muito network.” Ele começou comprando 208 apartamentos de um conjunto residencial.

“Só tinha dinheiro para o sinal, mas arrumei uns investidores. Eles ficaram com 99% e eu com 1%. O objetivo era ganhar experiência.” Daí para frente, os negócios só cresceram.

Em dezembro do ano passado lançou um novo fundo de investimentos, para nova aquisições. Desta vez, com muito dinheiro de famílias endinheiradas do Brasil que buscam nos Estados Unidos opções para remunerar suas fortunas.

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Heleno defende uso de militares no INSS e diz que prazo para resolver é outubro

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, Augusto Heleno, disse que o prazo para o governo resolver o acúmulo de pedidos na fila de espera do INSS é outubro, “mas há possibilidade de antecipar se houver jato de impulsão na solução do problema”, segundo o ministro.

Em entrevista à rádio CBN na manhã desta quarta-feira, 29, Heleno defendeu que a decisão de utilizar militares da reserva para diminuir a fila e a saída do ex-secretário da Previdência, Renato Vieira, são amostras da preocupação do governo com a situação da seguridade social.

Sobre o uso de militares, Heleno ainda afirmou que não haverá maiores problemas em sua aplicação. “Há medidas burocráticas que podem ser facilmente aprendidas”, disse o ministro, que ponderou que chamar novos servidores públicos para atuar no INSS contraria a intenção do ministério da Economia de reduzir o número de concursados. Para ele, os funcionários públicos do INSS precisam de “estímulo à liderança para resolver o problema”.

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Medo do coronavírus faz redes de fast-food e varejistas na China fecharem

SÃO PAULO – Encarada como uma emergência global de saúde, a epidemia de coronavírus tem afetado o mercado no mundo inteiro e gerado o fechamento temporário de diversas lojas de fast-food e varejo da China.

McDonald’s, KFC, Pizza Hut e Starbucks estão entre as redes que anunciaram o fechamento de suas unidades em conjunto com as quarentenas em massa e as ordens para interromper o transporte público na cidade de Wuhan, considerado o epicentro da epidemia que já vitimou 170 pessoas na China.

Segundo comunicado oficial divulgado na conta oficial da Starbucks Weibo (maior rede social chinesa), a empresa encerrou as atividades em todas as lojas em Wuhan e na província de Hubei até 2 de fevereiro para impedir a propagação do vírus entre funcionários e clientes.

O KFC e a Pizza Hut confirmaram que as lojas estão fechadas desde 24 de janeiro e permanecerão “até novo aviso”.

Ao site Business Insider, o Mc Donald’s informou que todas as operações de restaurantes foram suspensas em Wuhan, Ezhou, Huanggang, Qianjiang e Xiantao.

“As máscaras estão sendo distribuídas com urgência, para que em breve todas as equipes do país as usem”, disse o McDonald’s em comunicado.

A Ikea, varejista sueca presente em 34 países, fechou temporariamente nesta quinta-feira (30), todas as lojas na China continental. A Gap Inc. foi outra multinacional que fechou cinco de suas lojas homônimas na China por temor dos efeitos do coronavírus.

Um dos principais grupos de moda presente no mercado chinês, a H&M fechou 97 de suas 520 lojas na China continental. Em Wuhan, a companhia encerrou temporariamente todas as suas atividades comerciais.

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XP: total de ativos sob custódia dobra no 4º tri de 2019; nº de clientes cresce 91%

Guilherme Benchimol, durante IPO XP Inc

SÃO PAULO – A XP Inc. divulgou hoje que o total de ativos sob custódia dobrou do quarto trimestre de 2018 para o mesmo período de 2019, ao passar de R$ 202 bilhões para R$ 409 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 17%.

Os dados não consideram os números relativos a clientes investidores institucionais, como RPPSs (regimes próprios de previdência social) e seguradoras. Eles fazem parte de prévia de desempenho divulgada pela empresa nesta quinta-feira .

O número de clientes ativos cresceu 91% na base anual, de 892 mil para 1,702 milhão, do quarto trimestre de 2018 para o mesmo intervalo de 2019. Houve ainda um aumento de 11% em relação ao total registrado entre julho e setembro do ano passado.

A XP considera clientes ativos aqueles de varejo, com total sob custódia acima de R$ 100 ou que tenham feito alguma transação nos últimos 30 dias.

Por fim, o grupo atingiu NPS de 73 pontos no fechamento de 2019. Sigla em inglês para Net Promoter Score, a metodologia mede a disposição dos clientes em recomendar produtos e serviços de uma empresa. O cálculo reflete a média das respostas nos seis meses anteriores e é medido em uma escala que pode variar de -100 a 100.

As informações apresentadas são preliminares, não auditadas e estão sujeitas a revisão.

“Seguimos comprometidos a continuar executando nossas estratégias para desenvolver nosso crescimento robusto, cada vez mais penetrando em nossa base de clientes existente, expandindo nosso ecossistema e ampliando nossa capacidade de soluções. Esperamos criar valor a longo prazo para todos os nossos acionistas, à medida que avançarmos nos próximos anos”, afirmou, em nota a investidores, Guilherme Benchimol, CEO da XP Inc.

A companhia pretende divulgar os resultados financeiros completos do quarto trimestre e do ano fiscal de 2019 no dia 17 de março.

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Nova série do InfoMoney mostra que investir em Fundos Imobiliários é mais fácil do que imaginamos

Programa Mais Simples Que

SÃO PAULO – Viver da renda proveniente dos seus investimentos é possível e, muitas vezes, é mais simples do que a maioria pensa ser.

Visando descomplicar o mundo dos investimentos, o InfoMoney, em parceria com a especialista em investimentos Ana Laura Magalhães, do canal Explica Ana, apresenta a série Mais Simples Que, para ensinar o básico sobre investimentos e como fazer para suas aplicações renderem melhor, mostrando que muitas vezes ganhar dinheiro investindo é mais simples que muita coisa.

Nesse primeiro episódio, Ana explica os fundamentos básicos e os principais pontos dos fundos imobiliários, uma aplicação de renda variável que permite que o investidor se torne proprietário de partes de um imóvel, seja ele um prédio corporativo, um shopping, um galpão ou até mesmo um hospital.

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